Colegiado conhece trabalho da Unicep

Assistência Social recebeu presidente da União de Cegos Dom Pedro II, Carlos Ajur Cardoso Costa

Por Márcia Tourinho

Comissão de Assistência Social
Deputados debateram políticas públicas para pessoas com deficiência / Foto: Ellen Campanharo

A Comissão de Assistência Social recebeu nesta quarta-feira (29) o presidente da União de Cegos Dom Pedro II (Unicep), em Vila Velha, Carlos Ajur Cardoso Costa. Ele falou sobre o trabalho realizado pela instituição, que desde sua criação, em dezembro de 1979, presta atendimento de habilitação e reabilitação, assim como ações de profissionalização, educação especial, saúde, esporte, promoção e inclusão social de pessoas cegas.

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Carlos Ajur lembrou que a partir da Constituição Federal de 1988 e com a Lei 13.146, de 2006, muita coisa mudou em favor da proteção dos direitos e inclusão da pessoa com algum tipo de deficiência visual, mas que estas políticas públicas praticadas precisam ser revistas e ampliadas. 

“O Brasil tem 14% da população com algum tipo de deficiência. São pessoas que querem ações que promovam sua inclusão na questão do trabalho, moradia e saúde, além da acessibilidade física, que tira o deficiente do confinamento em casa”, frisou.

Bola de futsal

Adilson Espindula (PTB), presidente do colegiado, e Doutor Hércules (MDB), participaram da reunião. O emedebista destacou o trabalho da Unicep e citou que partiu da instituição a ideia de criar a bola do Futebol de 5, em 1981, diante da dificuldade do time em localizar a bola. Até então, o som era emitido por meio de tampinhas de garrafa penduradas por fora da bola, o que ainda causava pequenas lesões nos atletas.

Segundo o parlamentar, a ideia da equipe em colocar guizos no interior da bola, entre a câmara de ar e o couro, deu tão certo que hoje ela é a bola utilizada em todo o mundo. Exemplos como este, assegurou Doutor Hércules, demonstram que o incentivo e promoção de atividades voltadas para o trabalho e o lazer garantem a dignidade e qualidade de vida dos cegos.

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