PL reconhece atividade de trombonistas

Proposta sugere que grupos de trombonistas sejam declarados como patrimônio imaterial do Estado

Por Gabriela Zorzal, com edição de Angèle Murad

Trombonistas em pé trocando instrumentos de sopro
Somente em Santa Maria de Jetibá, há mais de mil trombonistas, afirma Espindula / Foto: Prefeitura de Santa Maria de Jetibá

Tramita na Assembleia Legislativa iniciativa para reconhecer e fortalecer a atividade cultural dos grupos de trombonistas do Estado. O Projeto de Lei 621/2021, de autoria do deputado Adilson Espindula (PTB), declara esses grupos como patrimônio cultural imaterial do Estado. A matéria será analisada pelas comissões de Justiça, Cultura e Finanças. 

O título de “patrimônio cultural” refere-se a objetos e bens de valor, naturais, materiais ou imateriais, com significado importante para certa cultura ou grupo de pessoas. O título é dado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Nacional (Iphan), com setorial em cada estado da federação. 

Na justificativa do projeto, Espindula explica que o Espírito Santo é um celeiro de trombonistas. “Somente o município de Santa Maria de Jetibá, na região serrana, concentra mais de mil trombonistas e dezenas de coros de metais”, afirma o parlamentar.

Segundo ele, o município, que foi colonizado por pomeranos, tem uma das maiores comunidades luteranas do Estado. “A religião e a música são marcas registradas da tradição pomerana. Os grupos de metais estão presentes nas principais comemorações locais. Há famílias inteiras de trombonistas”, destaca o autor.

O parlamentar também explica que o termo “trombonista”, na cultura pomerana, é utilizado para aqueles que tocam instrumento de sopro, não sendo, portanto, restrito ao trombone. 

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