"Cola" é recurso para ajudar eleitor a votar

Anotar os números dos candidatos diminui consideravelmente chance de erros na hora da votação e contribui para agilizar processo

Por João Caetano Vargas, com edição de Nicolle Expósito

Detalhe da mão de pessoa escrevendo em papel de cola eleitoral
Eleitor terá que digitar 16 números na urna eletrônica / Foto: Ana Salles

Memorizar o número dos candidatos para não errar na hora de votar pode ser uma tarefa complicada. Afinal de contas, no primeiro turno das eleições, que serão realizadas no próximo dia 2 de outubro, o eleitor terá que votar em cinco cargos diferentes. Por conta disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incentiva o uso da tradicional “cola eleitoral” com o número de seus candidatos.

Ao chegar à urna eletrônica, o eleitor terá inicialmente de votar para deputado federal (4 números), em seguida deputado estadual ou distrital (5 números), depois senador (3 números), governador (2 números) e, finalmente, para presidente da República (2 números).

ARTE COLA
Além de facilitar a vida do eleitor, a cola eleitoral diminui consideravelmente a chance de erros na hora da votação, além de contribuir para a agilidade de todo o processo, reduzindo a formação de filas em frente à seção.

Celular

Mas é preciso ficar atento, o número dos candidatos deve ser anotado em um papel. O eleitor não poderá usar o celular para fazer a sua “colinha”. O uso de aparelhos celulares não é tolerado na cabine eleitoral.

A regra já era válida nas eleições anteriores, mas para reforçar a ideia, o TSE publicou uma alteração na Resolução 23.669/2021, incluindo na normativa o trecho que disciplina a entrega do aparelho celular ao mesário antes de acessar a cabine e também  a proibição do porte de armas na hora da votação.

A medida é válida para celulares, smartphones, tablets, câmeras ou qualquer outro aparelho que faça registros fotográficos ou filmagens. A medida tem o objetivo de assegurar o voto secreto e evitar qualquer tipo de opressão ao eleitor. De acordo com a resolução, o cidadão deverá informar ao mesário que está portando qualquer um desses aparelhos, desligá-lo e entregar antes de acessar a cabine de votação.

O aparelho será devolvido logo após o cidadão concluir o processo de votação. De acordo com a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), o TSE tem apostado em campanhas de conscientização para que o eleitor chegue no dia da votação ciente de como deverá proceder. 

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